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Compêndio CatólicoCatálogo de consulta · santos, papas, doutrina e história

Catecismo · Parte 28

Terceira parte: A moralidade dos atos humanos e das paixões

O que torna um ato humano moralmente bom ou mau, segundo o Catecismo, e o papel das paixões — como a alegria, o medo ou a ira — na vida moral.

Terceira parte: A moralidade dos atos humanos e das paixões
Parte
28
Parágrafos
CIC 1749-1775

Este trecho expõe os três elementos que determinam a moralidade de um ato humano: o objeto escolhido, a intenção (o fim) e as circunstâncias. Explica que um ato bom exige que os três sejam bons ao mesmo tempo, e que certos atos são sempre ilícitos «por si mesmos e em si mesmos», independentemente das circunstâncias ou da intenção — os chamados atos intrinsecamente maus.

Em seguida, o Catecismo trata das paixões — as emoções e movimentos sensíveis como amor, ódio, desejo, alegria, tristeza, medo e ira —, ensinando que elas não são, em si, boas nem más, mas recebem qualidade moral conforme sejam efetivamente ordenadas pela razão e pela vontade ao bem ou ao mal.

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Fontes

  • Catecismo da Igreja Católica, Terceira Parte, Seção I, Capítulo I, Artigos 4-5, nn. 1749-1775
  • São Tomás de Aquino, Suma Teológica, I-II

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